Manicoré - AM
Passando aqui para comunicar que estou advogando nas comarcas de Manicoré e Novo Aripuanã - AM. Faço serviços de correspondente jurídico.
Meus contatos 97 99155-7746 e jetro.xavier@gmail.com
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14 de jun. de 2017
1 de nov. de 2016
7 de out. de 2010
Obras a toque de caixa
Manaus, AM
Um fato que me encabulou muito nessa última semana foi o ritmo alucinante dado à execução das obras de recuperação e urbanização de vias nos bairros Novo Aleixo e Parque das Garças. Desde o dia 30 de setembro nunca trabalharam tanto. A obra esteve andando até então a passos de cágado, mas desse dia pra cá está uma coisa de louco. O expediente vai até as 22 horas. A executora das obras é a EMPARSANCO.
As benfeitorias são a instalação das galerias pluviais, meio-fio, calçada e pavimentação asfaltica.
Conversando com um e outro trabalhador fiquei sabendo que no dia 07 de outubro (hoje) a CAIXA ECONOMICA FEDERAL fará uma vistoria nas obras. Seria esse o motivo de tanta pressa?
Faço votos que os colegas da CAIXA façam uma boa vistoria e medição das obras. Que o mais elevado espírito público possa orientar tal tarefa, em que se vele pela mais escorreita utilização dos recursos do povo. Que se verifique a obra ser executada de acordo com o contratado, isto é, na quantidade de benfeitorias contratada e com a perfeição e técnicas adequadas.
Concito os valorosos vereadores de Manaus a também acompanharem tais obras, para o bem de nossa cidade e de seu povo.
Um fato que me encabulou muito nessa última semana foi o ritmo alucinante dado à execução das obras de recuperação e urbanização de vias nos bairros Novo Aleixo e Parque das Garças. Desde o dia 30 de setembro nunca trabalharam tanto. A obra esteve andando até então a passos de cágado, mas desse dia pra cá está uma coisa de louco. O expediente vai até as 22 horas. A executora das obras é a EMPARSANCO.
As benfeitorias são a instalação das galerias pluviais, meio-fio, calçada e pavimentação asfaltica.
Conversando com um e outro trabalhador fiquei sabendo que no dia 07 de outubro (hoje) a CAIXA ECONOMICA FEDERAL fará uma vistoria nas obras. Seria esse o motivo de tanta pressa?
Faço votos que os colegas da CAIXA façam uma boa vistoria e medição das obras. Que o mais elevado espírito público possa orientar tal tarefa, em que se vele pela mais escorreita utilização dos recursos do povo. Que se verifique a obra ser executada de acordo com o contratado, isto é, na quantidade de benfeitorias contratada e com a perfeição e técnicas adequadas.
Concito os valorosos vereadores de Manaus a também acompanharem tais obras, para o bem de nossa cidade e de seu povo.
9 de jul. de 2010
Fim do estacionamento nas vias melhoraria o trânsito.
Manaus, AM
Amigos, vai aqui uma singela contribuição para melhorarmos o trânsito em Manaus. Minha sugestão é por fim ao estacionamento de veículos nessas vias, o que resultaria em mais fluidez no trânsito. A lista não contempla todas as vias da cidade e sei que existem outras no Alvorada, Dom Pedro, Parque Dez, etc que necessitam da mesma intervenção. Colabore. Acrescente outras ruas ainda que não citei. Mande mensagem para jetro.xavier@gmail.com .
Outra providência seria o pessoal da Universal trabalhar mais exorcizando definitivamente os tranca-ruas de Manaus, mas isso é da parte religiosa, portanto, fora de discussão. (risos).
Av Getulio Vargas
Rua Ramos Ferreira
Rua 10 de julho
Av Silves (Costa e Silva)
Av Constantino Nery
Av Djalma Batista
Av Sete de Setembro
Av Duque de Caxias
Boulevard Alvaro Maia
Av Jorn Umberto Calderaro (antiga Paraíba)
Av Mario Ipiranga (antiga Recife)
Av Autaz Mirim
Av Grande Circular
Rua Joaquim Nabuco
Av Adalberto Vale
Rua Sao Benedito
Av Leopoldo Peres
Av Presidente Kennedy
Amigos, vai aqui uma singela contribuição para melhorarmos o trânsito em Manaus. Minha sugestão é por fim ao estacionamento de veículos nessas vias, o que resultaria em mais fluidez no trânsito. A lista não contempla todas as vias da cidade e sei que existem outras no Alvorada, Dom Pedro, Parque Dez, etc que necessitam da mesma intervenção. Colabore. Acrescente outras ruas ainda que não citei. Mande mensagem para jetro.xavier@gmail.com .
Outra providência seria o pessoal da Universal trabalhar mais exorcizando definitivamente os tranca-ruas de Manaus, mas isso é da parte religiosa, portanto, fora de discussão. (risos).
Av Getulio Vargas
Rua Ramos Ferreira
Rua 10 de julho
Av Silves (Costa e Silva)
Av Constantino Nery
Av Djalma Batista
Av Sete de Setembro
Av Duque de Caxias
Boulevard Alvaro Maia
Av Jorn Umberto Calderaro (antiga Paraíba)
Av Mario Ipiranga (antiga Recife)
Av Autaz Mirim
Av Grande Circular
Rua Joaquim Nabuco
Av Adalberto Vale
Rua Sao Benedito
Av Leopoldo Peres
Av Presidente Kennedy
11 de jun. de 2010
Amazonino e o CAOS 2
Manaus, AM
Nunca é demais falar. O prefeito Atrazonino (já deveria ter sido banido da política baré a terçadadas) mancomunado como nunca com o Sinetram esculacha com a população pobre (podre ´pois que o elegeu) ) de Manaus. Como seu projeto de candidatura ao governo não vingou (fez balão de ensaio ao baixar o preço da passagem) faz agora o que tinha acertado com os gatunos-empresários do transporte público: elevar o preço novamente.
O caos permanece. Parabéns, Manaus. Você merece uma cidade melhor. Sem Atrazonino, condição sine qua non. Impeachment já.
4 de mai. de 2010
Amazonino e o CAOS.
Manaus, AM
O Blog o Malfazejo publicou hoje um importante artigo sobre jeito Amazonino de "desgovernar". Em análise bem acurada revela o quanto esse grupo político planta o caos para tirar proveito eleitoreiro da situação. O pano de fundo é a greve dos rodoviários nestes dias.
A sociedade amazonense deve se unir para banir esse turma "raspa-cofre" que tanto mal faz ao Amazonas. São farinha do mesmo saco: Alfredo Nascimento, Eduardo Braga, Omar Aziz e seus asseclas (que metem a mão na merda).
Leia o artigo, clicando aqui.
O Blog o Malfazejo publicou hoje um importante artigo sobre jeito Amazonino de "desgovernar". Em análise bem acurada revela o quanto esse grupo político planta o caos para tirar proveito eleitoreiro da situação. O pano de fundo é a greve dos rodoviários nestes dias.
A sociedade amazonense deve se unir para banir esse turma "raspa-cofre" que tanto mal faz ao Amazonas. São farinha do mesmo saco: Alfredo Nascimento, Eduardo Braga, Omar Aziz e seus asseclas (que metem a mão na merda).
Leia o artigo, clicando aqui.
3 de mai. de 2010
Lucta Social denuncia: "A GREVE DOS MOTORISTAS É LOCAUTE DOS PATRÕES"
Manaus, AM
O Folhetim Eletrônico Lucta Social publica hoje no Blog Imprensa Livre que a greve dos rodoviários na verdade foi um locaute (greve dos patrões). Eu já havia denunciado essa questão aqui neste blog em 12 de abril. Leia .
Quem se ferra é a população, nesse desmando que está os governos no Amazonas e em Manaus.
O Folhetim Eletrônico Lucta Social publica hoje no Blog Imprensa Livre que a greve dos rodoviários na verdade foi um locaute (greve dos patrões). Eu já havia denunciado essa questão aqui neste blog em 12 de abril. Leia .
Quem se ferra é a população, nesse desmando que está os governos no Amazonas e em Manaus.
1 de mai. de 2010
Autonomia para a Zona Leste, já!
Manaus, AM
Movimento Social Emancipacionista da Zona Leste de Manaus pela criação de um novo município.
Existem três cidades em Manaus, a Manaus dos ricos, a Cidade Nova e a Zona Leste. Nós da Zona Leste queremos mudar isso. Não aguentamos mais a discriminação. Não temos recebido o carinho das autoridades municipais da outra cidade . Nós não nos sentimos munícipes da cidade que vai sediar a COPA 2014, muito menos dessa tal Manaus que diz ter a quarta maior renda do país.
É contra esse estado de coisas, contra o sofrimento desta cidade da Zona Leste – nossa cidade, em busca de dias mais felizes e de um futuro mais promissor é que lançamos esse movimento emancipacionista, pelos nossos filhos, netos e família.
Queremos organizar esse novo município para trazer prosperidade e felicidade permanentes aos moradores dessa querida Zona Leste - nossa cidade.
A Zona Leste de Manaus é formada pelos bairros Alfredo Nascimento, Armando Mendes, Jorge Teixeira, Mutirão, São José, Tancredo Neves, Zumbi e outros. Sua ocupação aconteceu principalmente por migrantes oriundos do interior do estado e de estados vizinhos ou que tradicionalmente são fornecedores da migração para o Amazonas (Pará, Maranhão e Ceará). Hoje a Zona Leste – nossa cidade – está estruturada, possui comércio e serviços públicos de todos os tipos. É realmente uma cidade que tem vida autônoma, vida própria.
Os motivos que nos fazem lançar este manifesto de liberdade e por prosperidade e felicidade é que a Zona Leste - nossa cidade – vive em estado de calamidade pública e suas necessidades são muitas e agigantadas. O noticiário pinta a Zona Leste - nossa cidade - como o inferno de dante e nos discrimina; parece que aqui não há gente de bem, trabalhador honesto e famílias de fé. É claro que os problemas vividos neste chão abençoado fazem o dia a dia da pessoas muito mais difícil; mas nós da Zona Leste somos resistentes: estamos entrincheirados nessa guerra por uma vida mais feliz. Mas não vai ficar assim, e dizemos: vamos mudar isso.
Não temos creches para as crianças, o transporte público é negligenciado pela Prefeitura da outra cidade, não temos asfalto de qualidade, não temos esgoto, não temos água tratada, não temos segurança, não temos emprego, não temos espaços públicos de esportes e lazer, não temos prefeitura presente, não temos vereadores (todos moram na Ponta Negra, Vieiralves, Vila Municipal, Adrianópolis e em outros bairros chiques da outra cidade), não temos escolas técnicas (o CETAM está na cidade dos ricos), a qualidade da energia elétrica não existe e causa muitos prejuízos aos moradores e comerciantes. Em resumo, os bens, a tecnologia e a riqueza que a sociedade produziu ainda não chegaram aqui. A Zona Leste - nossa cidade - vive das migalhas.
Embora tenha a maior população da cidade, a Zona Leste - nossa cidade - não recebe nessa mesma proporção os investimentos públicos a que tem direito. Os investimentos em praça bonita, rede de esgoto, água tratada, asfalto de boa qualidade, bons hospitais, posto de saúde e escola bacana, PROSAMIM, entre outros, só existem nas áreas dos ricos (na Ponta Negra, Vieiralves, Vila Municipal, Adrianópolis). Pra nós, repetimos, só as migalhas.
Veja só, todos os investimentos anunciados para a tal COPA de 2014 somente serão aplicados na outra cidade, a Zona Leste - nossa cidade - mais uma vez foi discriminada. Dos R$ 6 bilhões anunciados não vem um centavinho para cá. Somente a cidade dos ricos é que ganhará. Mas do pagamento da dívida gerada por essa COPA 2014 a Zona Leste - nossa cidade - não será excluída. Para receber os benefícios a Zona Leste - nossa cidade - não existe, mas para pagar a dívida sim. Não aceitaremos isso.
Atualmente somente chegam a Zona Leste - nossa cidade - a polícia pra bater em trabalhador, “caçar” e matar jovens que por falta de oportunidade na vida se envolveram no erro, a Defesa Civil tardiamente para mandar as pessoas saírem de seu teto porque estão em área de risco, o carnê de IPTU para pagar auxílios e diárias duvidosas a vereadores piratas, a taxa de lixo do prefeito Amazonino - uma obrigação do município e a taxa de iluminação pública (que aqui na Zona Leste - nossa cidade - é péssima). Aqui só chega o Estado e Prefeitura porrada; dar carinho jamais.
Não aceitamos mais a distribuição de sopa, kit de bebês, kit de madeira, rancho, óculos, dentaduras e outras bugigangas como se fôssemos abestados. Rejeitamos esses politiquinhos “inos” e “eiras” que fazem isso, filmam e depois passam na TV como se fossem os pais dos pobres ou salvadores da pátria. Abominamos também esses politiquinhos “inos” e “eiras” que vem filmar nossas desgraças para depois passar no programa eleitoreiro deles, para angariar votos, mas que não resolvem os problemas. Xô a essa indústria de votos. Xô aos politiquinhos “osas” e “ouzas” justiceiros e estelionatários em geral. Não acreditamos mais nas falsas promessas de campanha.
A Zona Leste - nossa cidade - quer mais, sabe que pode mais e vai fazer mais. Há viabilidade econômica e administrativa para a criação dessa nossa nova cidade.
Os benefícios que a criação do novo municípios trará são muitos. Entendemos que haverá o atendimento mais imediato das necessidades da população, pois não teremos de ir até a Ponta Negra pra reclamar nossos direitos e expor nossas carências, que a proximidade das autoridades públicas vai aumentar a administração do novo município, pois as decisões serão tiradas aqui, não em apartamentos chiques na Ponta Negra, que haverá a correção da representatividade, pois ainda não temos vereadores que residam aqui e defendam nossos interesses, que teremos um aumento brutal dos recursos a serem investidos no novo município, pois as verbas do Fundo de Participação dos Municípios FPM são calculados em função do número de habitantes, que a Zona Leste – nossa cidade – viverá melhores dias no futuro. Além do mais, todos sabemos que casa pequena se administra melhor.
Uma primeira tarefa é escolher o nome do mais novo município do Amazonas. A ideia é fazer um concurso cultural para escolha do nome, do hino oficial, da bandeira e do brasão.
O processo de criação de um novo município é precedido de um movimento social e emancipacionista. Inicialmente estamos recebendo apoiamento no e-mail jetro.xavier@gmail.com.
Posteriormente vamos organizar a coleta de assinaturas para pressionar pela realização do plebiscito e pela lei de criação.
Adeus ao esquecimento.
Prosperidade.
Felicidade.
Zona Leste: nossa cidade próspera e feliz.
Movimento Social Emancipacionista da Zona Leste de Manaus pela criação de um novo município.
Existem três cidades em Manaus, a Manaus dos ricos, a Cidade Nova e a Zona Leste. Nós da Zona Leste queremos mudar isso. Não aguentamos mais a discriminação. Não temos recebido o carinho das autoridades municipais da outra cidade . Nós não nos sentimos munícipes da cidade que vai sediar a COPA 2014, muito menos dessa tal Manaus que diz ter a quarta maior renda do país.
É contra esse estado de coisas, contra o sofrimento desta cidade da Zona Leste – nossa cidade, em busca de dias mais felizes e de um futuro mais promissor é que lançamos esse movimento emancipacionista, pelos nossos filhos, netos e família.
Queremos organizar esse novo município para trazer prosperidade e felicidade permanentes aos moradores dessa querida Zona Leste - nossa cidade.
A Zona Leste de Manaus é formada pelos bairros Alfredo Nascimento, Armando Mendes, Jorge Teixeira, Mutirão, São José, Tancredo Neves, Zumbi e outros. Sua ocupação aconteceu principalmente por migrantes oriundos do interior do estado e de estados vizinhos ou que tradicionalmente são fornecedores da migração para o Amazonas (Pará, Maranhão e Ceará). Hoje a Zona Leste – nossa cidade – está estruturada, possui comércio e serviços públicos de todos os tipos. É realmente uma cidade que tem vida autônoma, vida própria.
Os motivos que nos fazem lançar este manifesto de liberdade e por prosperidade e felicidade é que a Zona Leste - nossa cidade – vive em estado de calamidade pública e suas necessidades são muitas e agigantadas. O noticiário pinta a Zona Leste - nossa cidade - como o inferno de dante e nos discrimina; parece que aqui não há gente de bem, trabalhador honesto e famílias de fé. É claro que os problemas vividos neste chão abençoado fazem o dia a dia da pessoas muito mais difícil; mas nós da Zona Leste somos resistentes: estamos entrincheirados nessa guerra por uma vida mais feliz. Mas não vai ficar assim, e dizemos: vamos mudar isso.
Não temos creches para as crianças, o transporte público é negligenciado pela Prefeitura da outra cidade, não temos asfalto de qualidade, não temos esgoto, não temos água tratada, não temos segurança, não temos emprego, não temos espaços públicos de esportes e lazer, não temos prefeitura presente, não temos vereadores (todos moram na Ponta Negra, Vieiralves, Vila Municipal, Adrianópolis e em outros bairros chiques da outra cidade), não temos escolas técnicas (o CETAM está na cidade dos ricos), a qualidade da energia elétrica não existe e causa muitos prejuízos aos moradores e comerciantes. Em resumo, os bens, a tecnologia e a riqueza que a sociedade produziu ainda não chegaram aqui. A Zona Leste - nossa cidade - vive das migalhas.
Embora tenha a maior população da cidade, a Zona Leste - nossa cidade - não recebe nessa mesma proporção os investimentos públicos a que tem direito. Os investimentos em praça bonita, rede de esgoto, água tratada, asfalto de boa qualidade, bons hospitais, posto de saúde e escola bacana, PROSAMIM, entre outros, só existem nas áreas dos ricos (na Ponta Negra, Vieiralves, Vila Municipal, Adrianópolis). Pra nós, repetimos, só as migalhas.
Veja só, todos os investimentos anunciados para a tal COPA de 2014 somente serão aplicados na outra cidade, a Zona Leste - nossa cidade - mais uma vez foi discriminada. Dos R$ 6 bilhões anunciados não vem um centavinho para cá. Somente a cidade dos ricos é que ganhará. Mas do pagamento da dívida gerada por essa COPA 2014 a Zona Leste - nossa cidade - não será excluída. Para receber os benefícios a Zona Leste - nossa cidade - não existe, mas para pagar a dívida sim. Não aceitaremos isso.
Atualmente somente chegam a Zona Leste - nossa cidade - a polícia pra bater em trabalhador, “caçar” e matar jovens que por falta de oportunidade na vida se envolveram no erro, a Defesa Civil tardiamente para mandar as pessoas saírem de seu teto porque estão em área de risco, o carnê de IPTU para pagar auxílios e diárias duvidosas a vereadores piratas, a taxa de lixo do prefeito Amazonino - uma obrigação do município e a taxa de iluminação pública (que aqui na Zona Leste - nossa cidade - é péssima). Aqui só chega o Estado e Prefeitura porrada; dar carinho jamais.
Não aceitamos mais a distribuição de sopa, kit de bebês, kit de madeira, rancho, óculos, dentaduras e outras bugigangas como se fôssemos abestados. Rejeitamos esses politiquinhos “inos” e “eiras” que fazem isso, filmam e depois passam na TV como se fossem os pais dos pobres ou salvadores da pátria. Abominamos também esses politiquinhos “inos” e “eiras” que vem filmar nossas desgraças para depois passar no programa eleitoreiro deles, para angariar votos, mas que não resolvem os problemas. Xô a essa indústria de votos. Xô aos politiquinhos “osas” e “ouzas” justiceiros e estelionatários em geral. Não acreditamos mais nas falsas promessas de campanha.
A Zona Leste - nossa cidade - quer mais, sabe que pode mais e vai fazer mais. Há viabilidade econômica e administrativa para a criação dessa nossa nova cidade.
Os benefícios que a criação do novo municípios trará são muitos. Entendemos que haverá o atendimento mais imediato das necessidades da população, pois não teremos de ir até a Ponta Negra pra reclamar nossos direitos e expor nossas carências, que a proximidade das autoridades públicas vai aumentar a administração do novo município, pois as decisões serão tiradas aqui, não em apartamentos chiques na Ponta Negra, que haverá a correção da representatividade, pois ainda não temos vereadores que residam aqui e defendam nossos interesses, que teremos um aumento brutal dos recursos a serem investidos no novo município, pois as verbas do Fundo de Participação dos Municípios FPM são calculados em função do número de habitantes, que a Zona Leste – nossa cidade – viverá melhores dias no futuro. Além do mais, todos sabemos que casa pequena se administra melhor.
Uma primeira tarefa é escolher o nome do mais novo município do Amazonas. A ideia é fazer um concurso cultural para escolha do nome, do hino oficial, da bandeira e do brasão.
O processo de criação de um novo município é precedido de um movimento social e emancipacionista. Inicialmente estamos recebendo apoiamento no e-mail jetro.xavier@gmail.com.
Posteriormente vamos organizar a coleta de assinaturas para pressionar pela realização do plebiscito e pela lei de criação.
Adeus ao esquecimento.
Prosperidade.
Felicidade.
Zona Leste: nossa cidade próspera e feliz.
12 de abr. de 2010
Greve dos Rodoviários: petelecos do SINETRAM
Manaus, AM
Os rodoviários de Manaus sinalizam em razão da truculência e intransigência dos patrões na mesa de negociação que pode haver paralisação dos serviços. É uma atitude legítima e correta, pois os lucros e benefícios dos empresários cada dia se avultam, em detrimento dos trabalhadores.
Agora, sem desmerecer a legitimidade de reinvindicar, não consigo entender a sintonia que há no discurso sobre o preço da passagem. A redução, excluída a metodologia em que foi determinada, é benéfica aos trabalhadores manauenses que têm de enfrentar um serviço mal prestado. Sofremos todo o tipo de escracho: pane nos veículos, atrasos, superlotação, ruído excessivo, calor insuportável e por aí vai. Assim, pela qualidade do serviço, o valor está na verdade alto.
A situação confunde a população e é explicitamente explorada pelo SINETRAM: utilizam a legítima reinvindicação dos trabalhadores rodoviários para pressionar por aumento da tarifa e manutenção das benesses concedidas pela Prefeitura. Os problemas, que estão localizados na falta de compromisso do prefeito com o povo e na ganância criminosa dos empresários, são transferidos para os rodoviários.
Nesse processo, infelizmente os rodoviários são petelecos do SINETRAM. Rodoviários acordem e esclareçam a população sobre a real situação dos transportes na cidade.
Os rodoviários de Manaus sinalizam em razão da truculência e intransigência dos patrões na mesa de negociação que pode haver paralisação dos serviços. É uma atitude legítima e correta, pois os lucros e benefícios dos empresários cada dia se avultam, em detrimento dos trabalhadores.
Agora, sem desmerecer a legitimidade de reinvindicar, não consigo entender a sintonia que há no discurso sobre o preço da passagem. A redução, excluída a metodologia em que foi determinada, é benéfica aos trabalhadores manauenses que têm de enfrentar um serviço mal prestado. Sofremos todo o tipo de escracho: pane nos veículos, atrasos, superlotação, ruído excessivo, calor insuportável e por aí vai. Assim, pela qualidade do serviço, o valor está na verdade alto.
A situação confunde a população e é explicitamente explorada pelo SINETRAM: utilizam a legítima reinvindicação dos trabalhadores rodoviários para pressionar por aumento da tarifa e manutenção das benesses concedidas pela Prefeitura. Os problemas, que estão localizados na falta de compromisso do prefeito com o povo e na ganância criminosa dos empresários, são transferidos para os rodoviários.
Nesse processo, infelizmente os rodoviários são petelecos do SINETRAM. Rodoviários acordem e esclareçam a população sobre a real situação dos transportes na cidade.
10 de abr. de 2010
Chuvas no Rio: Cidades insustentáveis
Manaus, AM
Assistimos horrorizados mais uma catástrofe urbana no Brasil. No estado do Rio de Janeiro, população de duas cidades (Rio e Niterói) é castigada com deslizamentos, inundações e mortes. As causas são conhecidas: falta de planejamento e gestão municipal, de investimentos na habitação e desenvolvimento urbano, as intervenções públicas são desastradas (contrárias à melhor solução técnica aplicável) e por aí vai.
Somos vítimas desse modelo de cidade socialmente injusta, ambientalmente insustentável e estruturalmente caótica.
As cidades do Rio e Niterói, assim, são apenas duas entre tantas outras. Manaus que se cuide.
Assistimos horrorizados mais uma catástrofe urbana no Brasil. No estado do Rio de Janeiro, população de duas cidades (Rio e Niterói) é castigada com deslizamentos, inundações e mortes. As causas são conhecidas: falta de planejamento e gestão municipal, de investimentos na habitação e desenvolvimento urbano, as intervenções públicas são desastradas (contrárias à melhor solução técnica aplicável) e por aí vai.
Somos vítimas desse modelo de cidade socialmente injusta, ambientalmente insustentável e estruturalmente caótica.
As cidades do Rio e Niterói, assim, são apenas duas entre tantas outras. Manaus que se cuide.
23 de mar. de 2010
Não ao fim das disciplinas FHA, FGA e Educação Artística
Manaus, AM
Unidos pra Lutar
Informativo dos trabalhadores da educação independente do governo AMAZONAS
Não ao fim das disciplinas de FHA, FGA e Ed. Artística!
A redução em 50% das cargas-horárias das disciplinas de F.H.A (Fundamentos de História do Amazonas)., F.G.A (Fundamentos de Geografia do Amazonas), Ed. Artística e Ensino Religioso. Foi uma medida arbitrária, antipedagógica e principalmente retrógrada. Não consta em nenhuma resolução recente do conselho municipal de educação qualquer referência a redução de carga-horária das referidas disciplinas. Portanto, tais medidas são totalmente arbitrárias e desnecessárias, pois não trará benefício de aprendizagem dos alunos conforme divulgado pela SEMED.
O argumento que a redução das cargas-horárias dessas disciplinas contribuirá para redução dos índices de reprovação em matemática e língua portuguesa é extremamente contraditório. O aumento da quantidade de aulas, de língua portuguesa e matemática, não são garantias de uma boa aprendizagem porque na prática ocorrerá uma sobrecarga aos professores destas disciplinas.
A razão dos altos índices de reprovação está na falta de condições básicas de trabalho, salas de aula lotadas, o que inviabiliza um acompanhamento mais individualizado, na persistência do turno da fome, que contribui para evasão escolar e em a não valorização dos profissionais da educação. Esses sim são elementos dos altos índices de reprovação.
A implantação das disciplinas regionais (FHA e FGA), no currículo do ensino básico, representou um passo importante na interpretação dos processos históricos e geográficos da nossa região, na medida em que os conhecimentos regionais sobre a Amazônia, aqui produzidos, passaram a ser adotados na sala de aula. Durante muitos anos a realidade da Amazônia era interpretada através dos “compêndios” produzidos no eixo Rio São Paulo sobre ótica conservadora e marginalizadora das elites sulistas. Portanto, a redução das cargas horárias desses componentes curriculares representa um grande retrocesso.
A redução da carga horária de Ed. Artística é mais uma medida arbitrária. Ora, no momento em que o debate em torno do ENEM redimensiona os conceitos de competências e habilidades do processo ensino e aprendizagem o componente curricular de Ed. Artísticas ganha um peso mais significativo com instrumento pedagógico. Contrariando tudo isso os "iluminados" da SEMED reduzem em 50% a carga horária desse componente curricular.
Essas medidas de redução das cargas horárias, com "a devolução" de dezenas de professores à SEMED não é um fato isolado. Não é de hoje que a nossa categoria vem sofrendo ataques. Na gestão do prefeito Serafim (PSB) a categoria foi obrigada a “engolir” o PCCS sem debate e aprovado de madrugada na Câmara Municipal com apóio da direção do SINTEAM. Na atual gestão do prefeito Amazonino (PTB), que prometeu rever o PCCS durante a campanha eleitoral, nada fez. Porém por diversas vezes já “ensaiou” a retirada do nosso vale transporte e reduziu o plano de saúde da categoria, quando cortou os convênios da MANAUSMED. Agora o mais novo ataque à categoria é o “enxugamento”, termo muito.
Usado na lógica dos empresários. A quem interessa a redução de turmas e a devolução de dezenas de professores à SEMED? Não será dessa forma que se resolverão os altos índices de reprovação; será o investimento maciço. A redução das cargas e a "devolução" dos professores à SEMED é primeira parte do “pacote” de ataques à nossa categoria. Precisamos reagir, caso contrário, prosseguirão os ataques, tornando essas disciplinas facultativas, portanto “não necessária”, o que colocará vários professores à disposição da SEMED. E todos estão passivos de serem dispensados do serviço público.
Unidos pra Lutar
Informativo dos trabalhadores da educação independente do governo AMAZONAS
Não ao fim das disciplinas de FHA, FGA e Ed. Artística!
A redução em 50% das cargas-horárias das disciplinas de F.H.A (Fundamentos de História do Amazonas)., F.G.A (Fundamentos de Geografia do Amazonas), Ed. Artística e Ensino Religioso. Foi uma medida arbitrária, antipedagógica e principalmente retrógrada. Não consta em nenhuma resolução recente do conselho municipal de educação qualquer referência a redução de carga-horária das referidas disciplinas. Portanto, tais medidas são totalmente arbitrárias e desnecessárias, pois não trará benefício de aprendizagem dos alunos conforme divulgado pela SEMED.
O argumento que a redução das cargas-horárias dessas disciplinas contribuirá para redução dos índices de reprovação em matemática e língua portuguesa é extremamente contraditório. O aumento da quantidade de aulas, de língua portuguesa e matemática, não são garantias de uma boa aprendizagem porque na prática ocorrerá uma sobrecarga aos professores destas disciplinas.
A razão dos altos índices de reprovação está na falta de condições básicas de trabalho, salas de aula lotadas, o que inviabiliza um acompanhamento mais individualizado, na persistência do turno da fome, que contribui para evasão escolar e em a não valorização dos profissionais da educação. Esses sim são elementos dos altos índices de reprovação.
A implantação das disciplinas regionais (FHA e FGA), no currículo do ensino básico, representou um passo importante na interpretação dos processos históricos e geográficos da nossa região, na medida em que os conhecimentos regionais sobre a Amazônia, aqui produzidos, passaram a ser adotados na sala de aula. Durante muitos anos a realidade da Amazônia era interpretada através dos “compêndios” produzidos no eixo Rio São Paulo sobre ótica conservadora e marginalizadora das elites sulistas. Portanto, a redução das cargas horárias desses componentes curriculares representa um grande retrocesso.
A redução da carga horária de Ed. Artística é mais uma medida arbitrária. Ora, no momento em que o debate em torno do ENEM redimensiona os conceitos de competências e habilidades do processo ensino e aprendizagem o componente curricular de Ed. Artísticas ganha um peso mais significativo com instrumento pedagógico. Contrariando tudo isso os "iluminados" da SEMED reduzem em 50% a carga horária desse componente curricular.
Essas medidas de redução das cargas horárias, com "a devolução" de dezenas de professores à SEMED não é um fato isolado. Não é de hoje que a nossa categoria vem sofrendo ataques. Na gestão do prefeito Serafim (PSB) a categoria foi obrigada a “engolir” o PCCS sem debate e aprovado de madrugada na Câmara Municipal com apóio da direção do SINTEAM. Na atual gestão do prefeito Amazonino (PTB), que prometeu rever o PCCS durante a campanha eleitoral, nada fez. Porém por diversas vezes já “ensaiou” a retirada do nosso vale transporte e reduziu o plano de saúde da categoria, quando cortou os convênios da MANAUSMED. Agora o mais novo ataque à categoria é o “enxugamento”, termo muito.
Usado na lógica dos empresários. A quem interessa a redução de turmas e a devolução de dezenas de professores à SEMED? Não será dessa forma que se resolverão os altos índices de reprovação; será o investimento maciço. A redução das cargas e a "devolução" dos professores à SEMED é primeira parte do “pacote” de ataques à nossa categoria. Precisamos reagir, caso contrário, prosseguirão os ataques, tornando essas disciplinas facultativas, portanto “não necessária”, o que colocará vários professores à disposição da SEMED. E todos estão passivos de serem dispensados do serviço público.
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