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1 de nov. de 2016
23 de jul. de 2011
Direito às ciclovias
Tefé, AM
Heloísa Helena*
Quem vivencia as cidades brasileiras - vivendo no sentido intenso da palavra, sem se acomodar apenas com sua vidinha pessoal – conhece a importância das Bicicletas como modalidade de transporte urbano, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental como diante da precariedade dos transportes coletivos e da necessidade de redução no orçamento doméstico das extorsivas tarifas. Milhões de trabalhadores pobres brasileiros saem das suas casas nas madrugadas e alvoradas, com bicicletas velhas, sem equipamentos de proteção pessoal, levando uma pequena quantidade de alimento para todo o dia de trabalho exaustivo, sem técnicas de alongamento e submetidos a grandes distâncias que ultrapassam os limites físicos, temerosos da violência cotidiana e angustiados com a possibilidade – tantas vezes já visualizada – de acidentes, mutilações e mortes no trânsito!
O debate sobre esse tema e todas as alternativas propostas sobre o Sistema Cicloviário - como mecanismo de apropriação democrática dos espaços de circulação urbana – infelizmente não sensibiliza a muitos, pois não envolve um setor poderoso na rede de propinas e crimes contra a administração pública - como o transporte coletivo e a construção de rodovias – e nem envolve setores sociais de grande poderio político e econômico. Embora o Código de Trânsito já disponibilize em vários artigos a estruturação dos direitos e deveres desses usuários e não faltem propostas concretas a serem viabilizadas pelo poder público na garantia de acesso seguro aos principais pontos das cidades.
Pois bem... a bicicleta foi inventada em 1790 (de madeira e impulsionada com os pés, embora 4 séculos antes deste feito o Leonardo da Vinci já a tinha desenhado com pedais e correntes!), em 1898 veio ao Brasil apenas para consumo e diversão dos riquíssimos Barões do Café e apenas em 1948 começou a ser fabricada no país e se tornou popular. A “magrela” ou “bike” como é carinhosamente chamada por muitos apaixonados em nosso país – e largamente utilizada como meio eficiente de locomoção especialmente na China e Holanda – pode ser uma excelente ferramenta de mobilidade e acessibilidade eficaz e agregadora. Daí a importância de implementar os projetos de circulação (ciclovias, ciclofaixas, circulação partilhada), de sinalização (vertical, horizontal, semafórica), de estacionamento (bicicletários, paraciclos), de campanhas educativas (para ciclistas, usuários de outros veículos e pedestres) e da definição da área de abrangência (com a definição de limites extremos - interesse, necessidade, limite físico) e integração com outros meios de transporte equipados para tal. Além de alternativas viáveis como linhas de crédito para população de baixa renda na aquisição de bicicletas e equipamentos de proteção pessoal.
Em muitas cidades de Alagoas e aqui em Maceió - nos bairros do Tabuleiro, Benedito Bentes, Clima Bom, Jacintinho, Trapiche, Complexo Lagunar, etc – milhares de moradores de áreas vulneráveis socialmente, trabalhadores na informalidade - buscando desesperadamente “bico” para sustentar suas famílias com dignidade e resistindo com bravura ao mundo das facilidades e violência do tráfico de drogas – ou na construção civil e em outras áreas da economia local – às vezes até escondendo suas bicicletas para não perderem o vale-transporte, se deslocam todos os dias usando bicicletas. Exatamente por respeito profundo a esses trabalhadores, estamos em importante etapa de pactuação – em Coordenação do MP/AL (Dr. Max e Dra. Denise) – com organizações não-governamentais (Associação dos Ciclistas e Bicicletada), Sindicatos de Trabalhadores e Patronal (Construção Civil) e todas as Instituições Públicas diretamente responsáveis pelo setor. Estamos confiantes que conseguiremos garantir a implementação do Plano de Mobilidade Urbana com prioridade a formas de circulação coletivas, aos pedestres (especialmente com deficiência ou restrição de mobilidade) e aos ciclistas dentro do Sistema Viário.
Claro que muitos dirão que tudo isso é impossível e vão se contentar com seus carrões nos “pegas” de vadios filhinhos de papai ou sendo um ridículo machão brutamontes no trânsito... ou no caso dos políticos ladrões e suas súcias nada disso importa pois as propinas das ciclovias são pequenas se comparadas com as rodovias e confiam eles que os trabalhadores pobres continuarão facilmente manipulados para que eles possam continuar a reinar. Mas, “pra variar”, muitos de nós continuaremos lutando, apresentando emendas ao Orçamento para garantia das ciclovias, fiscalizando e exigindo que sejam encaminhados os Projetos (prerrogativa exclusiva do Executivo) de Mobilidade... Além do óbvio em continuar de lupa na mão para evitar a canalhice política no processo de licitação do transporte coletivo e garantir as cláusulas sociais de proteção aos motoristas e cobradores dos ônibus. Ufa! Como dizia a grande e maravilhosa alagoana Nise da Silveira...”Para navegar contra a corrente são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão!”
Heloísa Helena é vereadora do PSOL em Maceió.
Twitter: @_heloisa_helena
E-mail: heloisa.ufal@uol.com.br
Heloísa Helena*
Quem vivencia as cidades brasileiras - vivendo no sentido intenso da palavra, sem se acomodar apenas com sua vidinha pessoal – conhece a importância das Bicicletas como modalidade de transporte urbano, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental como diante da precariedade dos transportes coletivos e da necessidade de redução no orçamento doméstico das extorsivas tarifas. Milhões de trabalhadores pobres brasileiros saem das suas casas nas madrugadas e alvoradas, com bicicletas velhas, sem equipamentos de proteção pessoal, levando uma pequena quantidade de alimento para todo o dia de trabalho exaustivo, sem técnicas de alongamento e submetidos a grandes distâncias que ultrapassam os limites físicos, temerosos da violência cotidiana e angustiados com a possibilidade – tantas vezes já visualizada – de acidentes, mutilações e mortes no trânsito!
O debate sobre esse tema e todas as alternativas propostas sobre o Sistema Cicloviário - como mecanismo de apropriação democrática dos espaços de circulação urbana – infelizmente não sensibiliza a muitos, pois não envolve um setor poderoso na rede de propinas e crimes contra a administração pública - como o transporte coletivo e a construção de rodovias – e nem envolve setores sociais de grande poderio político e econômico. Embora o Código de Trânsito já disponibilize em vários artigos a estruturação dos direitos e deveres desses usuários e não faltem propostas concretas a serem viabilizadas pelo poder público na garantia de acesso seguro aos principais pontos das cidades.
Pois bem... a bicicleta foi inventada em 1790 (de madeira e impulsionada com os pés, embora 4 séculos antes deste feito o Leonardo da Vinci já a tinha desenhado com pedais e correntes!), em 1898 veio ao Brasil apenas para consumo e diversão dos riquíssimos Barões do Café e apenas em 1948 começou a ser fabricada no país e se tornou popular. A “magrela” ou “bike” como é carinhosamente chamada por muitos apaixonados em nosso país – e largamente utilizada como meio eficiente de locomoção especialmente na China e Holanda – pode ser uma excelente ferramenta de mobilidade e acessibilidade eficaz e agregadora. Daí a importância de implementar os projetos de circulação (ciclovias, ciclofaixas, circulação partilhada), de sinalização (vertical, horizontal, semafórica), de estacionamento (bicicletários, paraciclos), de campanhas educativas (para ciclistas, usuários de outros veículos e pedestres) e da definição da área de abrangência (com a definição de limites extremos - interesse, necessidade, limite físico) e integração com outros meios de transporte equipados para tal. Além de alternativas viáveis como linhas de crédito para população de baixa renda na aquisição de bicicletas e equipamentos de proteção pessoal.
Em muitas cidades de Alagoas e aqui em Maceió - nos bairros do Tabuleiro, Benedito Bentes, Clima Bom, Jacintinho, Trapiche, Complexo Lagunar, etc – milhares de moradores de áreas vulneráveis socialmente, trabalhadores na informalidade - buscando desesperadamente “bico” para sustentar suas famílias com dignidade e resistindo com bravura ao mundo das facilidades e violência do tráfico de drogas – ou na construção civil e em outras áreas da economia local – às vezes até escondendo suas bicicletas para não perderem o vale-transporte, se deslocam todos os dias usando bicicletas. Exatamente por respeito profundo a esses trabalhadores, estamos em importante etapa de pactuação – em Coordenação do MP/AL (Dr. Max e Dra. Denise) – com organizações não-governamentais (Associação dos Ciclistas e Bicicletada), Sindicatos de Trabalhadores e Patronal (Construção Civil) e todas as Instituições Públicas diretamente responsáveis pelo setor. Estamos confiantes que conseguiremos garantir a implementação do Plano de Mobilidade Urbana com prioridade a formas de circulação coletivas, aos pedestres (especialmente com deficiência ou restrição de mobilidade) e aos ciclistas dentro do Sistema Viário.
Claro que muitos dirão que tudo isso é impossível e vão se contentar com seus carrões nos “pegas” de vadios filhinhos de papai ou sendo um ridículo machão brutamontes no trânsito... ou no caso dos políticos ladrões e suas súcias nada disso importa pois as propinas das ciclovias são pequenas se comparadas com as rodovias e confiam eles que os trabalhadores pobres continuarão facilmente manipulados para que eles possam continuar a reinar. Mas, “pra variar”, muitos de nós continuaremos lutando, apresentando emendas ao Orçamento para garantia das ciclovias, fiscalizando e exigindo que sejam encaminhados os Projetos (prerrogativa exclusiva do Executivo) de Mobilidade... Além do óbvio em continuar de lupa na mão para evitar a canalhice política no processo de licitação do transporte coletivo e garantir as cláusulas sociais de proteção aos motoristas e cobradores dos ônibus. Ufa! Como dizia a grande e maravilhosa alagoana Nise da Silveira...”Para navegar contra a corrente são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão!”
Heloísa Helena é vereadora do PSOL em Maceió.
Twitter: @_heloisa_helena
E-mail: heloisa.ufal@uol.com.br
21 de jul. de 2011
Utilidade Pública: Horários das Lanchas e Barcos
Tefé, AM
(da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Tefé)
TRANSPORTE FLUVIAL
O transporte fluvial é um importante meio para o escoamento dos produtos agrícolas do interior para todo o estado. Todos os dias saem barcos com destino a capital Manaus levando cargas e passageiros e fazendo escalas nos municípios vizinhos de Coari e Codajás.
Se você vem da capital, para chegar até o Município de Tefé, pode embarcar no Porto de Manaus (Roadway).
O transporte fluvial dispõe dois (02) meios de locomoção: o tradicional "Barco Recreio" e as Lanchas a Jato. Pelos recreios se leva até três (03) dias para chegar à Tefé, já a viagem por lancha dura apenas 12 horas.
DIAS E HORÁRIOS DE SAÍDA DAS LANCHAS
DE MANAUS PARA TEFE
+ 2ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 4ª FEIRA - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 5ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a paritr das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 6ª FEIRA - Lancha "GLÓRIA DE DEUS", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h, indo até SANTO ANTÔNIO DO IÇA
+ SÁBADO - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
DE TEFÉ PARA MANAUS
+ 2ª FEIRA - Lancha "GLÓRIA DE DEUS", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 3ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 5ª FEIRA - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 6ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00 da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ DOMINGO - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
DIAS E HORÁRIOS DE SAÍDA DOS BARCOS
DE MANAUS PARA TEFE
+ 2ª FEIRA - Barco "FREI GALVÃO", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Quarta-Feira as 7:00h da manhã
+ 3ª FEIRA - Barco "A NUNES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Quinta-Feira as 7:00h da manhã
+ 4ª FEIRA - Barco "M FERNANDES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Sexta-Feira as 7:00h da manhã
+ 5ª FEIRA - Barcos "LEÃO DEJUDÁ E HELYON FERNANDES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Sábado as 7:00h da manhã
+ 6ª FEIRA - Barco "MONTE SINAI II", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ no domingo as 7:00h da manhã
+ SÁBADO - Barcos "O REI DAVI e MANOEL MONTEIRO", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Segunda-Feira as 7:00 da manhã
DE TEFÉ PARA MANAUS
+ 2ª FEIRA - Braco "MONTE SINAI II", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Quarta-Feira as 5:00h da manhã
+ 3ª FEIRA - Barcos "O REI DAVI e MANOEL MONTEIRO", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Quinta-Feira as 5:00h da manhã
+ 5ª FEIRA - Barco "FREI GALVÃO", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Sexta-Feira as 5:00h da manhã
+ 6ª FEIRA - Barco "A NUNES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Domingo as 5:00h da manhã
+ SÁBADO - Barco "M FERNANDES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Segunda-Feira as 5:00h da manhã
+ DOMINGO - Barcos "LEÃO DE JUDÁ e HELYON FERNANDES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Terça-Feira as 5:00h da manhã
Observações:
1 - Os horários podem sofrer alterações. Sugere-se que confirme o horário na véspera.
2 - As lanchas "AJATO" fazem o trajeto em aproximadamente12h e os "Recreios" em aproximadamente 48h
(da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Tefé)
TRANSPORTE FLUVIAL
O transporte fluvial é um importante meio para o escoamento dos produtos agrícolas do interior para todo o estado. Todos os dias saem barcos com destino a capital Manaus levando cargas e passageiros e fazendo escalas nos municípios vizinhos de Coari e Codajás.
Se você vem da capital, para chegar até o Município de Tefé, pode embarcar no Porto de Manaus (Roadway).
O transporte fluvial dispõe dois (02) meios de locomoção: o tradicional "Barco Recreio" e as Lanchas a Jato. Pelos recreios se leva até três (03) dias para chegar à Tefé, já a viagem por lancha dura apenas 12 horas.
DIAS E HORÁRIOS DE SAÍDA DAS LANCHAS
DE MANAUS PARA TEFE
+ 2ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 4ª FEIRA - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 5ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a paritr das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
+ 6ª FEIRA - Lancha "GLÓRIA DE DEUS", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h, indo até SANTO ANTÔNIO DO IÇA
+ SÁBADO - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo de MANAUS chegando em TEFÉ no mesmo dia as 20:00h
DE TEFÉ PARA MANAUS
+ 2ª FEIRA - Lancha "GLÓRIA DE DEUS", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 3ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 5ª FEIRA - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ 6ª FEIRA - Lancha "AJATO 2001", a partir das 7:00 da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
+ DOMINGO - Lancha "CRISTAL", a partir das 7:00h da manhã, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS no mesmo dia as 19:00h
DIAS E HORÁRIOS DE SAÍDA DOS BARCOS
DE MANAUS PARA TEFE
+ 2ª FEIRA - Barco "FREI GALVÃO", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Quarta-Feira as 7:00h da manhã
+ 3ª FEIRA - Barco "A NUNES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Quinta-Feira as 7:00h da manhã
+ 4ª FEIRA - Barco "M FERNANDES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Sexta-Feira as 7:00h da manhã
+ 5ª FEIRA - Barcos "LEÃO DEJUDÁ E HELYON FERNANDES", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Sábado as 7:00h da manhã
+ 6ª FEIRA - Barco "MONTE SINAI II", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ no domingo as 7:00h da manhã
+ SÁBADO - Barcos "O REI DAVI e MANOEL MONTEIRO", a partir das 9:00h da manhã, saindo do porto de MANAUS chegando em TEFÉ Segunda-Feira as 7:00 da manhã
DE TEFÉ PARA MANAUS
+ 2ª FEIRA - Braco "MONTE SINAI II", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Quarta-Feira as 5:00h da manhã
+ 3ª FEIRA - Barcos "O REI DAVI e MANOEL MONTEIRO", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Quinta-Feira as 5:00h da manhã
+ 5ª FEIRA - Barco "FREI GALVÃO", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Sexta-Feira as 5:00h da manhã
+ 6ª FEIRA - Barco "A NUNES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Domingo as 5:00h da manhã
+ SÁBADO - Barco "M FERNANDES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Segunda-Feira as 5:00h da manhã
+ DOMINGO - Barcos "LEÃO DE JUDÁ e HELYON FERNANDES", a partir das 18:00h, saindo do porto de TEFÉ chegando em MANAUS Terça-Feira as 5:00h da manhã
Observações:
1 - Os horários podem sofrer alterações. Sugere-se que confirme o horário na véspera.
2 - As lanchas "AJATO" fazem o trajeto em aproximadamente12h e os "Recreios" em aproximadamente 48h
11 de jun. de 2010
Amazonino e o CAOS 2
Manaus, AM
Nunca é demais falar. O prefeito Atrazonino (já deveria ter sido banido da política baré a terçadadas) mancomunado como nunca com o Sinetram esculacha com a população pobre (podre ´pois que o elegeu) ) de Manaus. Como seu projeto de candidatura ao governo não vingou (fez balão de ensaio ao baixar o preço da passagem) faz agora o que tinha acertado com os gatunos-empresários do transporte público: elevar o preço novamente.
O caos permanece. Parabéns, Manaus. Você merece uma cidade melhor. Sem Atrazonino, condição sine qua non. Impeachment já.
1 de jun. de 2010
Acorda Zé Ricardo.
Manaus, AM
(do Blog do Holanda)
O vereador José Ricardo Wendling (PT) se excedeu dessa vez: está pedindo que a prefeitura melhore e instale mais abrigos para que a população "possa esperar o transporte urbano de forma adequada". Primeiro, em Manaus não existem paradas de ônibus e sim suporte para afixar anúncios publicitários. Segundo, a população não tem que "esperar de forma adequada". O transporte coletivo é que deve se adequar às necessidades da população e cumprir horários sob a fiscalização da prefeitura, afinal, para que serve o poder público, só para cobrar impostos?
(do Blog do Holanda)
O vereador José Ricardo Wendling (PT) se excedeu dessa vez: está pedindo que a prefeitura melhore e instale mais abrigos para que a população "possa esperar o transporte urbano de forma adequada". Primeiro, em Manaus não existem paradas de ônibus e sim suporte para afixar anúncios publicitários. Segundo, a população não tem que "esperar de forma adequada". O transporte coletivo é que deve se adequar às necessidades da população e cumprir horários sob a fiscalização da prefeitura, afinal, para que serve o poder público, só para cobrar impostos?
12 de abr. de 2010
Greve dos Rodoviários: petelecos do SINETRAM
Manaus, AM
Os rodoviários de Manaus sinalizam em razão da truculência e intransigência dos patrões na mesa de negociação que pode haver paralisação dos serviços. É uma atitude legítima e correta, pois os lucros e benefícios dos empresários cada dia se avultam, em detrimento dos trabalhadores.
Agora, sem desmerecer a legitimidade de reinvindicar, não consigo entender a sintonia que há no discurso sobre o preço da passagem. A redução, excluída a metodologia em que foi determinada, é benéfica aos trabalhadores manauenses que têm de enfrentar um serviço mal prestado. Sofremos todo o tipo de escracho: pane nos veículos, atrasos, superlotação, ruído excessivo, calor insuportável e por aí vai. Assim, pela qualidade do serviço, o valor está na verdade alto.
A situação confunde a população e é explicitamente explorada pelo SINETRAM: utilizam a legítima reinvindicação dos trabalhadores rodoviários para pressionar por aumento da tarifa e manutenção das benesses concedidas pela Prefeitura. Os problemas, que estão localizados na falta de compromisso do prefeito com o povo e na ganância criminosa dos empresários, são transferidos para os rodoviários.
Nesse processo, infelizmente os rodoviários são petelecos do SINETRAM. Rodoviários acordem e esclareçam a população sobre a real situação dos transportes na cidade.
Os rodoviários de Manaus sinalizam em razão da truculência e intransigência dos patrões na mesa de negociação que pode haver paralisação dos serviços. É uma atitude legítima e correta, pois os lucros e benefícios dos empresários cada dia se avultam, em detrimento dos trabalhadores.
Agora, sem desmerecer a legitimidade de reinvindicar, não consigo entender a sintonia que há no discurso sobre o preço da passagem. A redução, excluída a metodologia em que foi determinada, é benéfica aos trabalhadores manauenses que têm de enfrentar um serviço mal prestado. Sofremos todo o tipo de escracho: pane nos veículos, atrasos, superlotação, ruído excessivo, calor insuportável e por aí vai. Assim, pela qualidade do serviço, o valor está na verdade alto.
A situação confunde a população e é explicitamente explorada pelo SINETRAM: utilizam a legítima reinvindicação dos trabalhadores rodoviários para pressionar por aumento da tarifa e manutenção das benesses concedidas pela Prefeitura. Os problemas, que estão localizados na falta de compromisso do prefeito com o povo e na ganância criminosa dos empresários, são transferidos para os rodoviários.
Nesse processo, infelizmente os rodoviários são petelecos do SINETRAM. Rodoviários acordem e esclareçam a população sobre a real situação dos transportes na cidade.
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