Páginas

Mostrando postagens com marcador Autazes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Autazes. Mostrar todas as postagens

18 de jul. de 2010

Bancos de fomento não podem faltar na Festa do Leite 2010.

Manaus, AM

Esperamos que neste ano o Banco da Amazônia (BASA), um dos principais instrumentos de fomento do desenvolvimento na Amazônia, não venha com a desculpa de que não tem recursos para enviar seus funcionários para ações de crédito no interior do Estado. Em edições passadas da Festa do Leite, foi essa a alegação da presidência do BASA a prefeitura de Autazes. Nelas, somente no último dia da Festa do Leite e da exposição agropecuária no domingo, é que o banco se fez presente. Foi uma chiadeira geral dos produtores e expositores. O mesmo ocorreu com o Banco do Brasil que também somente se instalou na Festa somente no último domingo.


E pensar que alguém ainda pensa no desenvolvimento do setor primário no interior do Estado, na medida em que os bancos de fomento para a região agem desta maneira. A AFEAM também precisa estar presente.

Pedimos aos diretores desses bancos que reflitam melhor sobre a questão e atendam às necessidades de Autazes.

INSS vai abrir agência em Autazes.

Manaus, AM

A Previdência Social informou recentemente que vai abrir uma Agência em Autazes. As obras estão em andamento e a previsão de inauguração é agosto deste ano.


Com a abertura dessa agência e de outras em municípios do estado, a Previdência Social dobrará a sua capacidade de atendimento à população amazonense com a construção de 18 novas unidades do Plano de Expansão da Rede de Atendimento (PEX). A três primeiras agências, nos municípios de Autazes, Presidente Figueiredo e São Gabriel da Cachoeira, estão em obra com previsão de inauguração em agosto, e beneficiarão a quase 100 mil pessoas. No Amazonas, o número de unidades de atendimento saltará de 16 para 34.

Além das obras do Plano de Expansão, que totalizam investimentos de R$ 17,4 milhões, estão sendo executadas mais cinco obras de reforma e melhoria da atual rede de atendimento. No total, o estado será contemplado com recursos de R$ 21,6 milhões.

As novas agências integram a política da Previdência Social de melhorar o atendimento aos aposentados, pensionistas e demais beneficiários. Segundo o chefe do Serviço de Atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Manaus, Bérgson Benjamin, das 18 agências programadas, além das três em fase adiantada de construção, mais uma já está com a obra iniciada e dez com licitações concluídas. Outras três estão em fase regularização dos documentos relacionados à doação dos imóveis pelas prefeituras e outra está aguardando licitação.

Completando as 18 agências previstas no PEX para o Amazonas, a unidade do município de Boca do Acre, distante 1.028 quilômetros de Manaus, está com seu contrato de construção sob a condução da Gerência do INSS em Rio Branco, no Acre, devido a sua maior proximidade da capital acreana.

Atendimento indígena - Além da população da sede do município e seu entorno, as agências de Autazes e São Gabriel da Cachoeira também atenderão às comunidades indígenas das zonas rurais desses municípios. Em São Gabriel da Cachoeira - município com a maior população indígena do Brasil - poderão ser beneficiadas 24 etnias diferentes, distribuídas nos 109 mil quilômetros quadrados da região. A estimativa é a de que o acesso aos benefícios previdenciários e assistenciais seja facilitado aos cerca de 35 mil indígenas desse município, que tem área territorial 71 vezes maior que a cidade de São Paulo.

7 de jul. de 2010

O desafio de Autazes.

Manaus, AM

(do Blog Autazes OnLine)

Sociedade autazense deve organizar-se para obter melhor êxito.

O Brasil na última década sofreu grandes transformações, que vão desde o impeachment de Presidente Collor às condenações de figurões da política nacional – a prisão do governador do DF, José Roberto Arruda, passando por conquistas como algumas demarcações de terras indígenas e quilombolas, maior controle dos gastos públicos, melhoria social da mulher. Entretanto, muito ainda há por fazer. Temas como fome, educação, saúde, negros, segurança pública e economia estão na órdem do dia. Em nível municipal, velhas lideranças políticas tiveram revezes eleitorais significativos e que indicam novos tempos. Todos clamam por melhoria.

A sociedade autazense, sem esperar ajuda do além ou que as instituições desgastadas por escândalos, vícios históricos, falta de representatividade, descompromisso social, deve buscar a solução. O caminho é a organização. Somente a ação de ONGs, OSCIPs, associações, cooperativas, igrejas, clubes e sindicatos poderá fazer que problemas ainda recorrentes sejam sanados. É preciso estudar, debater, unir forças, convergir interesses, formar opinião, esclarecer e pressionar a fim de superar estruturas retrógradas.

E você amigo de nossa querida Autazes é ator fundamental. Associe-se, participe, aja, debata, faça barulho, não deixe calar as vozes do povo. A organização da sociedade é, sem dúvida alguma o caminho para Autazes entrar, enfim, numa ciclo de transformações sociais profundas.

Contem comigo.

14 de mar. de 2010

Autazes: colabore em este blog.

Manaus, AM

          Prezados amigos e amigas de Autazes, este blog quer fazer a cobertura dos fatos e acontecimentos de Autazes. Colaborações podem ser enviadas ao e-mail jetro.xavier@gmail.com.

         Assuntos desejados: política, educação, saúde, transportes, cultura, acontecimentos relevantes em geral.

        Agradeço antecipadamente.

Jetro do PSOL.

18 de fev. de 2010

Caminhos para Autazes.

Manaus, AM


          Sociedade autazense deve organizar-se para obter melhor êxito.


          O Brasil na última década sofreu grandes transformações, que vão desde o impeachment de Presidente Collor às condenações de figurões da política nacional – a prisão do governador do DF, José Roberto Arruda, passando por conquistas como algumas demarcações de terras indígenas e quilombolas, maior controle dos gastos públicos, melhoria social da mulher. Entretanto, muito ainda há por fazer. Temas como fome, educação, saúde, negros, segurança pública e economia estão na órdem do dia. Em nível municipal, velhas lideranças políticas tiveram revezes eleitorais significativos e que indicam novos tempos. Todos clamam por melhoria.


          A sociedade, sem esperar ajuda do além ou que as instituições desgastadas por escândalos, vícios históricos, falta de representatividade, descompromisso social, deve buscar a solução. O caminho é a organização. Somente a ação de ONGs, OSCIPs, associações, cooperativas, igrejas, clubes e sindicatos poderá fazer que problemas ainda recorrentes sejam sanados. É preciso estudar, debater, unir forças, convergir interesses, formar opinião, esclarecer e pressionar a fim de superar estruturas retrógradas.


          E você é ator fundamental. Associe-se, participe, aja, debata, faça barulho, não deixe calar as vozes do povo. A organização da sociedade é, sem dúvida alguma o caminho para Autazes entrar, enfim, numa ciclo de transformações sociais profundas.

17 de fev. de 2010

Autazes: passado, presente e futuro.

Manaus, AM

          A região de Autazes já era conhecida nos meados do seculo 18, quando era habitada pelos índios Mura, famosos por sua resistência ao colonizador português. O nome do município vem dos rios Autaz-Açu e Autaz-Mirim, que cortam suas terras. A exploração da região teve início através do rio Madeira, em 1637 pelos coletores de cacau e demais produtos naturais. Mas a ocupação da área do muncípio ocorreu a partir de 1860. com a chegada de colonos vindos de várias partes do Amazonas e do Nordeste, atraídos pela exploração da borracha. Entre 1835 e 1840, o local presenciou também um dos mais importantes movimentos sociais e políticos da história do Brasil, a Cabanagem. A revolta envolveu índios, negros, mestiços e alguns brancos pobres que lutavam contra a opressão portuguesa e buscavam melhores condições de trabalho e de vida.

         Passados 200 anos dessas lutas de resistência e sangue, os embates pela sobrevivência frente a um ambiente tão hostil continuam. Os problemas se multiplicam: educação, saúde, emprego e renda, segurança, lazer, saneamento e moradia. Nada mudou! O certo é que o autazense continua nessa saga de sobreviver num ambiente que sofre pelo pouco caso dos governos que se sucederam no município. O autazense, antes de tudo, é um resistente.

        A dependência do poder público e a consequente submissão aos desmandos dos que estão de plantão, turbinam ainda mais os efeitos perversos sobre a população aguerrida e sofredora.

       URGE, então, nos organizar e mudarmos o futuro. Apelo para que tenhamos o mesmo espírito dos guerreiros Mura que heroicamente resistiram ao ataque do colonizador e prossigamos em construir um futuro mais feliz.